Avaliação técnica do processo e orientação sobre os caminhos jurídicos cabíveis ao seu caso. Atendimento digital e atuação em todo o território nacional.
Após o contato inicial, realizamos uma análise técnica de viabilidade do seu caso. Identificada a viabilidade jurídica, a defesa pode seguir por diferentes frentes, conforme a situação:
Victor Rios · OAB-GO 68.325
Graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás e especialista em Direito Processual Civil pela Universidade Federal de Goiás. Atua no contencioso cível e no direito do consumidor, com foco em contratos de financiamento, alienação fiduciária e defesa em ações de busca e apreensão.
É a medida judicial usada por bancos e financeiras para retomar um veículo financiado por alienação fiduciária quando há atraso no pagamento. Após a notificação do devedor e a falta de regularização da dívida, o credor pode solicitar à Justiça a retomada do bem como forma de garantir o cumprimento do contrato.
O procedimento em si é previsto em lei. Mas, para ser válido, precisa observar requisitos como a notificação prévia do devedor e a regularidade do contrato de financiamento. Falhas nesse processo podem ser contestadas judicialmente.
Em muitos casos, sim. Existem medidas jurídicas que podem ser avaliadas para buscar a devolução do veículo, especialmente quando há indícios de irregularidade no processo ou cláusulas potencialmente abusivas no contrato. Cada caso exige análise individualizada.
A lei prevê um prazo de cinco dias após a apreensão para apresentação de defesa ou pagamento da dívida. Sem manifestação nesse período, a propriedade do bem se consolida em favor do credor, que pode vendê-lo ou levá-lo a leilão.
Sim. Enquanto houver parcelas em atraso, o credor pode requerer a apreensão, independentemente do percentual já pago. Na alienação fiduciária, a propriedade do bem permanece com a instituição financeira até a quitação integral do contrato.
Se o valor obtido com a venda ou leilão não for suficiente para cobrir o saldo devedor, o credor pode buscar a diferença por outros meios judiciais. Por isso, avaliar a regularidade da cobrança e dos valores envolvidos é importante.
Em regra, a inscrição permanece até a quitação integral do contrato ou até que haja acordo formal com o credor, conforme a situação de cada caso.
Em algumas situações, sim. A negociação pode envolver revisão de valores, prazos ou condições de pagamento, mas depende da análise do contrato e da disposição do credor. Não há garantia de acordo, cada caso deve ser avaliado individualmente.
A análise de um contrato de financiamento e de um processo de busca e apreensão exige conhecimento técnico sobre alienação fiduciária, direito bancário e processo civil, para identificar irregularidades contratuais e apresentar a defesa cabível ao caso.
Recomenda-se reunir os documentos do contrato de financiamento e buscar orientação jurídica para avaliar as opções disponíveis no seu caso, incluindo a possibilidade de apresentar defesa dentro do prazo legal.
Nossa equipe realiza uma análise inicial do caso e, havendo viabilidade jurídica, define a estratégia adequada e adota as medidas necessárias com agilidade. Atuação técnica, transparente e comprometida com a defesa dos seus direitos.